Mostrando postagens com marcador Howard Hawks. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Howard Hawks. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Bola de Fogo (1941) Ball of Fire - 1 h 51 min

BILLY WILDER: O Cinismo como Método

Um grupo de professores trabalhando em uma nova enciclopédia encontram uma cantora de boate tagarela que é procurada pela polícia para ajudar a derrubar seu amante chefe da máfia.


Bola de Fogo (1941) - IMDb
Dir: Howard Hawks
Roteiro: Billy Wilder
Screwball Comedy, Farsa, Romance


MP4 / HD- / LEG: Português

IMDB: 7,7   METASCORE: 7,8
100%Tomatometer29 Reviews   89%Popcornmeter

Quando o mundo real entra em cena, até a teoria mais organizada começa a desmoronar.


Um Mundo Fora do Mundo


Ball of Fire começa quase como uma fábula. Um grupo de acadêmicos vive isolado, dedicado a organizar o conhecimento com lógica e método. O universo deles é fechado, previsível e seguro. Com roteiro de Billy Wilder e Charles Brackett, o filme cria esse contraste desde o início para depois desmontá-lo com precisão.


A Entrada do Imprevisto

Tudo muda quando uma cantora entra nesse espaço. Ela traz outra linguagem, outro ritmo, outra forma de ver o mundo. O que era teoria encontra a prática, o que era controle encontra o improviso. A partir daí, o filme constrói um choque de universos que se transformam mutuamente.


Entre Conhecimento e Experiência


Existe um humor claro nessa situação, mas ele não é gratuito. O filme questiona o quanto o conhecimento isolado realmente dá conta da vida. Os personagens precisam sair do conforto das ideias e lidar com o imprevisível. E isso não acontece sem atrito.


O Desequilíbrio Necessário

No fim, Ball of Fire funciona como uma comédia sobre desorganizar para entender melhor. Nem tudo precisa ser ordenado para fazer sentido. Wilder já aponta aqui para algo que vai aparecer várias vezes depois. A vida entra em cena, bagunça tudo e, mesmo assim, talvez seja justamente aí que as coisas começam a funcionar de verdade.

 







domingo, 28 de dezembro de 2025

Jejum de Amor (1940) His Girl Friday - 1 h 32 min

SCREWBALL COMEDY: O Amor em Estado de Guerra (1934-1945)

Um editor de jornal usa todos os truques do livro para impedir que sua ex-mulher, uma repórter, se case novamente.


Jejum de Amor (1940) - IMDb
Dir: Howard Hawks
Screwball Comedy, Drama no Trabalho


MP4 / HD- / LEG: Português

IMDB: 7,8   METASCORE: 9,4
Flick Metrix: 83   Criticker Average Percentile: 69%
99%Tomatometer106 Reviews   90%Popcornmeter


O divórcio como motor da linguagem e o amor como guerra profissional

Lançado em 1940, Jejum de Amor é o ponto de máxima sofisticação verbal da screwball comedy. Dirigido por Howard Hawks, o filme transforma o romance em um duelo permanente de inteligência, velocidade e poder — onde o casamento já terminou e o que está em jogo não é a reconciliação sentimental, mas quem controla a palavra, o trabalho e o desejo.

Dentro do NÚCLEO 3 — O Divórcio como Ponto de Partida, este é o filme que deixa mais claro que, na screwball madura, amar é continuar discutindo.


Enredo: quando o casamento já acabou

Johnson é uma das melhores repórteres do jornal comandado por Walter Burns — e também sua ex-esposa. Decidida a abandonar o jornalismo para se casar novamente e levar uma vida “normal”, Hildy volta à redação apenas para encerrar pendências. Walter, porém, usa uma grande notícia policial como pretexto para mantê-la ali — profissionalmente e emocionalmente.

O divórcio não é trauma passado: é estado permanente. O filme não reconstrói o amor; ele reencena o conflito.


A mulher profissional como centro absoluto

Interpretada por Rosalind Russell, Hildy Johnson é uma das personagens femininas mais avançadas do cinema clássico. Ela:

  • fala tão rápido quanto qualquer homem,
  • domina o espaço público do trabalho,
  • não aceita ser reduzida a papel doméstico,
  • reconhece no jornalismo não um emprego, mas uma identidade.

A grande tensão do filme está aqui: o mundo não oferece um espaço estável para uma mulher que não abdica de si mesma.


O homem como manipulador verbal

Cary Grant vive Walter Burns como um estrategista incansável. Ele ama Hildy, mas ama ainda mais:

  • o jogo,
  • a notícia,
  • a vitória retórica.

Walter não conquista pela sensibilidade — conquista pelo controle do ritmo, pela interrupção constante e pela capacidade de transformar qualquer situação em manchete.


Diálogo como estrutura dramática


Em Jejum de Amor, o diálogo não acompanha a narrativa — ele é a narrativa. Hawks leva ao limite a técnica de falas sobrepostas, interrupções e mudanças de foco, criando um fluxo quase musical.

Falar rápido não é estilo: é condição de existência.
Quem para de falar, perde.


Jornalismo, espetáculo e cinismo

O ambiente da imprensa é retratado como uma máquina moralmente ambígua, onde ética, verdade e humanidade são sacrificadas em nome da exclusividade. O filme não condena esse sistema — ele o incorpora.

Trabalho e desejo se confundem: o prazer está na cobertura da notícia, no furo, na vitória profissional. O amor é inseparável dessa adrenalina.


Casamento como obstáculo

Se nos núcleos anteriores o casamento era um ideal questionado, aqui ele se torna claramente incompatível com a vida moderna. A tentativa de Hildy de “normalidade” soa como autoengano.

O final — aparentemente conciliador — é profundamente ambíguo: o casal se reúne não porque resolveu seus conflitos, mas porque reconhece que só funciona no confronto.


Lugar histórico e legado

Jejum de Amor é frequentemente considerado:

  • o ápice da screwball comedy clássica,
  • um dos roteiros mais rápidos da história do cinema,
  • a síntese perfeita entre romance, trabalho e linguagem.

Ele influencia desde comédias românticas modernas até narrativas centradas em mulheres profissionais fortes — embora poucas tenham alcançado sua radicalidade.


Conclusão

Jejum de Amor é a screwball em estado de maturidade plena: sem ingenuidade, sem idealização, sem promessa de harmonia.

👉 Aqui, o amor não é refúgio — é arena.
👉 E o casamento só existe enquanto houver guerra.

Parte superior do formulário






Levada da Breca (1938) Bringing Up Baby - 1 h 42 min

SCREWBALL COMEDY: O Amor em Estado de Guerra (1934-1945)

Enquanto tenta assegurar uma doação de 1 milhão de dólares para seu museu, um paleontólogo desorientado é perseguido por uma herdeira fugidia e muitas vezes irritante e seu leopardo de estimação, Baby.


Levada da Breca (1938) - IMDb
Dir: Howard Hawks
Screwball Comedy


MP4 / SD / LEG: Português

IMDB: 7,8   METASCORE: 9,1
Flick Metrix: 86   Criticker Average Percentile: 66
97%Tomatometer72 Reviews   89%Popcornmeter


O triunfo do caos e a humilhação do homem racional

Levada da Breca (Bringing Up Baby) é, talvez, a screwball comedy em seu estado mais puro e anárquico. Dirigido por Howard Hawks, o filme leva ao extremo os princípios inaugurados poucos anos antes: velocidade, absurdo, guerra entre os sexos e completa implosão da autoridade masculina.

Aqui, não há equilíbrio possível — apenas rendição ao caos.


Enredo: quando a ordem encontra o desastre


David Huxley é um paleontólogo metódico, obcecado pela conclusão de um esqueleto de dinossauro e prestes a se casar por conveniência. Sua vida perfeitamente organizada entra em colapso ao conhecer Susan Vance, uma jovem rica, imprevisível e incapaz de respeitar qualquer regra social.

Entre perseguições, confusões, um leopardo domesticado chamado Baby e uma sucessão de mal-entendidos, David é arrancado de seu mundo racional e lançado numa espiral de descontrole absoluto.

A narrativa não progride por causalidade lógica, mas por acúmulo de catástrofes.


Susan Vance: a mulher como força da natureza

Interpretada por Katharine Hepburn, Susan é uma das personagens femininas mais radicais do cinema clássico. Ela não seduz, não convence, não argumenta — ela invade.

Susan:

  • desrespeita hierarquias,
  • ignora normas,
  • conduz a narrativa sem pedir permissão.

No universo da screwball, ela não é exceção: é a lei do caos.


O homem racional em ruína

Cary Grant oferece uma de suas atuações mais memoráveis ao aceitar ser humilhado física e simbolicamente. Seu personagem:

  • cai,
  • grita,
  • perde roupas,
  • perde autoridade,
  • perde identidade.

O filme exige algo raro para a época: que o protagonista masculino abandone completamente a dignidade. Só assim o romance pode existir.


Absurdo como estrutura narrativa

Em Levada da Breca, o absurdo não é pontual — ele é o sistema. O leopardo, o osso perdido, a prisão, o campo, os enganos sucessivos: tudo colabora para suspender a lógica cotidiana.

Hawks constrói uma comédia onde:

  • o mundo racional é ridículo,
  • o improviso é virtuoso,
  • o controle é ilusão.

Classe social e irresponsabilidade


Susan pertence à elite econômica, mas o filme não a trata como modelo moral. Sua riqueza lhe permite errar sem consequências — e isso também é parte da crítica.

A diferença aqui é que, ao contrário de Irene, a Teimosa, a screwball não corrige a elite: ela explode o mundo inteiro.


Erotismo sem contato

Sob o Código Hays, Levada da Breca substitui o sexo por:

  • proximidade constante,
  • confusão física,
  • intimidade forçada,
  • gritos e risadas.

O desejo não é representado — é vivido como desorientação.


Lugar histórico na mostra

Dentro do NÚCLEO 2 — Mulheres Imprevisíveis, Homens em Colapso, Levada da Breca representa o ponto em que a guerra dos sexos deixa de ser negociação e se torna aniquilação simbólica da autoridade masculina.

É a screwball em sua fase mais indomável.


Conclusão

Levada da Breca não propõe conciliação.
Ela ensina que amar, naquele universo, exige aceitar a perda de controle, de status e de lógica.

👉 Aqui, o amor não organiza o mundo — ele o destrói.

Parte superior do formulário

 






Suprema Conquista (1934) Twentieth Century - 1 h 31 min

SCREWBALL COMEDY: O Amor em Estado de Guerra (1934-1945)

Um extravagante empresário de Broadway, que passa por tempos difíceis, tenta fazer com que sua antiga amante, agora uma diva de Hollywood, retorne e ressuscite sua carreira em declínio.


Suprema Conquista (1934) - IMDb
Dir: Howard Hawks
Comédia Romântica, Screwball Comedy

MP4 / SD+ / LEG: Português

IMDB: 7,2
Flick Metrix: 73   Criticker Average Percentile: 60
86%Tomatometer29 Reviews   75%Popcornmeter



O delírio fundador da screwball comedy

Lançado no mesmo ano de Aconteceu Naquela Noite, Suprema Conquista (Twentieth Century) ocupa um lugar igualmente decisivo — e talvez ainda mais radical — na consolidação da screwball comedy. Dirigido por Howard Hawks, o filme transforma o romance em espetáculo histérico, o diálogo em avalanche verbal e o ego em força destrutiva.

Se Capra funda a screwball pela estrada e pela crise social, Hawks a inaugura pelo excesso, pela teatralidade e pela guerra absoluta entre personalidades.


Enredo: amor como espetáculo e chantagem

A trama gira em torno de Oscar Jaffe, um produtor teatral egomaníaco e tirânico, e Lily Garland, atriz que ele “descobre”, molda e depois perde quando ela se torna estrela de cinema. Anos depois, os dois se reencontram a bordo do luxuoso trem Twentieth Century Limited, viajando de Chicago a Nova York.

O espaço fechado do trem funciona como arena: ali se concentram chantagens emocionais, explosões verbais, reconciliações falsas e declarações de amor que soam sempre como estratégias de poder.

Não há sentimentalismo — há combate.


A batalha entre os sexos levada ao paroxismo

Diferente do equilíbrio progressivo que marca outras screwballs, aqui o casal vive em estado permanente de guerra. Lily não é uma musa apaixonada; é uma mulher que aprendeu a usar o mesmo narcisismo e teatralidade do homem que tentou dominá-la.

A dinâmica estabelece elementos centrais do subgênero:

  • o romance como duelo psicológico,
  • o amor como jogo de controle,
  • a palavra como arma de destruição.

A interpretação de Carole Lombard é fundamental: ela injeta energia, ironia e inteligência num papel que redefine a figura feminina da comédia clássica — não reativa, mas estrategista.


Teatro, ego e caricatura social

Oscar Jaffe, vivido por John Barrymore, é uma figura quase grotesca: um artista tirânico, megalomaníaco, incapaz de distinguir amor, arte e poder. Hawks transforma o mundo do teatro — e por extensão o próprio sistema de produção cultural — em alvo de sátira feroz.

Tudo é exagerado: gestos, falas, emoções, colapsos nervosos.

Esse excesso não é gratuito: ele revela o narcisismo estrutural por trás das relações amorosas e profissionais.


Diálogo como ritmo e violência

Em Suprema Conquista, o diálogo deixa de ser apenas rápido — ele se torna agressivo, sobreposto e quase incontrolável. Hawks empurra a velocidade verbal ao limite, criando uma sensação de vertigem contínua.

Essa abordagem inaugura um dos traços mais reconhecíveis da screwball: falar rápido não é elegância — é sobrevivência.

O silêncio, aqui, equivale à derrota.


Classe, glamour e ilusão

Embora ambientado entre artistas e milionários, o filme não celebra o luxo. Pelo contrário: o glamour é mostrado como farsa teatral, sustentada por vaidade, manipulação e instabilidade emocional. O trem de luxo vira um palco móvel onde ninguém é genuinamente sofisticado — apenas performático.

A elite cultural aparece como tão caótica quanto ridícula.


Estilo Hawksiano e legado

Suprema Conquista marca o início da screwball hawksiana:

  • relações baseadas em embate,
  • mulheres fortes e inteligentes,
  • homens em constante crise de autoridade,
  • velocidade como princípio formal.

Sem esse filme, não haveria Levada da Breca nem Jejum de Amor. Ele estabelece a screwball não como romance elegante, mas como comédia de nervos expostos.


Conclusão

Suprema Conquista é a screwball comedy em estado bruto: barulhenta, exagerada, cruel e absolutamente moderna. Aqui, amar é dominar, perder é inevitável e o caos não se resolve — apenas se intensifica.

👉 Se Aconteceu Naquela Noite funda a screwball pela estrada, Suprema Conquista a funda pelo choque frontal.

 





segunda-feira, 24 de novembro de 2025

À Beira do Abismo (1946) The Big Sleep - 1 h 54 min

O detetive privado Philip Marlowe é contratado por uma família rica. Antes que o complexo caso termine, ele já viu assassinatos, chantagem e o que poderia ser amor.


Dir: Howard Hawks
Detetive Obstinado, Film Noir, Crime, Drama, Mistério, Suspense


MP4 / HD / LEG: Português

IMDB: 7,9
95%Tomatometer66 Reviews   91%Popcornmeter


À Beira do Abismo (1946): O Labirinto Perfeito do Film Noir

Dirigido por Howard Hawks, À Beira do Abismo é um dos filmes mais influentes, celebrados e enigmáticos do film noir. Adaptado da obra de Raymond Chandler, o filme levou ao extremo a complexidade narrativa, a ambiguidade moral e o charme cínico que definem o gênero.

No centro da história está o detetive particular Philip Marlowe, interpretado por Humphrey Bogart no papel que consolidou sua imagem como o detetive noir definitivo: sarcástico, elegante, duro o suficiente para sobreviver, mas sensível o bastante para não ser indiferente ao caos que o rodeia.


Uma trama tão opaca quanto irresistível

A trama começa quando Marlowe é contratado pelo general Sternwood para resolver um caso de chantagem envolvendo sua filha mais nova, Carmen. O que deveria ser um serviço simples rapidamente se transforma em uma sucessão de mistérios entrelaçados, envolvendo assassinatos, casas de jogo clandestinas, livros pornográficos, gângsteres profissionais e uma série de personagens que mentem com naturalidade desconcertante.

Famoso pela complexidade do enredo — a ponto de Chandler e Hawks admitirem que nem eles sabiam quem matara um dos personagens — o filme faz do emaranhado narrativo sua própria força: não importa tanto “quem fez o quê”, mas como Marlowe navega esse ambiente onde todos escondem algo e ninguém é inocente.


Bogart & Bacall: química que atravessa décadas

Outro elemento central da força do filme é a dinâmica explosiva entre Humphrey Bogart e Lauren Bacall. Depois do impacto de Uma Aventura na Martinica, Hawks intensificou a química do casal, dando a Bacall uma presença magnética, espirituosa e sedutora. O resultado é um jogo verbal e sexual cheio de insinuações e dupla camada de sentido — um dos grandes prazeres do cinema clássico.

As trocas rápidas, carregadas de ironia e tensão, fazem de Bacall um tipo de mulher noir que não é apenas ameaça ou vítima, mas uma igual à altura do detetive.


Estética noir em sua glória

Visualmente, À Beira do Abismo é um compêndio da estética noir:

  • sombras densas que fragmentam os ambientes;
  • interiores apertados com iluminação indireta;
  • ruas molhadas, becos e néon noturno;
  • fotografia em claroscuro que dá volume às emoções;
  • composição precisa em cada quadro, traduzindo inquietação e vigilância.

A direção de Hawks, embora mais direta que a de outros mestres do noir, equilibra ação e atmosfera com controle absoluto.


Philip Marlowe: o detetive como código moral ambulante

Marlowe representa o ideal noir de homem íntegro vivendo num mundo corrompido. Ele não é santo, mas segue um código interno rígido — e Hawks sabe retratar essa ética prática, meio cínica, meio romântica, sem jamais cair no sentimentalismo.

No universo de The Big Sleep, Marlowe é aquele que consegue enxergar (ou sobreviver) onde muitos se perdem: colecionadores de veneno, chantagistas, criminosos desesperados, mulheres perigosas, policiais que preferem não ver, e homens ricos que se escondem atrás de cortinas luxuosas.


Conclusão

À Beira do Abismo é o noir em seu estado mais puro: veloz, labiríntico, espirituoso, visualmente arrebatador e moralmente nebuloso. Sua importância vai além da trama — é o filme que consagrou o estilo noir como linguagem, elevou Bogart e Bacall ao panteão dos casais míticos do cinema e transformou Philip Marlowe em lenda.

É, ainda hoje, um dos filmes mais fascinantes e inesgotáveis já feitos — um clássico que não se explica, se vive.

 

terça-feira, 7 de outubro de 2025

Uma Aventura na Martinica (1944) To Have and Have Not - 1 h 40 min

O capitão de um pequeno barco enfrenta várias complicações após ajudar um fugitivo da Resistência Francesa a fugir dos nazistas, em plena Segunda Guerra Mundial.


Dir: Howard Hawks


MEGA1
MP4 / HD / LEG: Português

IMDB: 7,8   METASCORE: 9,0
95%Tomatometer37 Reviews   90%Popcornmeter


Fresh score. Consenso dos críticos

Com Howard Hawks dirigindo e Bogey e Bacall na frente das câmeras, To Have and Have Not se beneficia de vários níveis de química afinada - todos os quais se inflamam na tela.

Leia as avaliações dos críticos







Film Noir, Comédia de Humor Negro